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SEMANA DA LEITURA "LER SEMPRE. LER EM QUALQUER LUGAR."
NA EB DE VARZIELA, DE 19 A 24 DE ABRIL.
Comemoração do dia Mundial do Livro - fizemos Marcadores de Livros e Aprendemos a poesia "Livro, um amigo" e ilustramos (educação pré-escolar); declamamos poemas diversos: "Livro"; "Bichinho de Conta" e "Os livros" ilustramos e gravamos (turmas do 1.º CEB).
Partilhamos convosco...😉🙂

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Dia Mundial do livro
23 de abril
Desafios das Bibliotecas Escolares
Turma 112, 4º ano, da EB de Margaride
Atividade dinamizada pela professora Cristina Cunha

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Dia da Liberdade - 25 de abril
O Espaço d'Arte/Biblioteca Escolar lançaram um desafio à comunidade escolar: a construção de um cravo coletivo, com mensagens relacionadas com o 25 de abril.

Aqui está o cravo coletivo!

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Dia da Liberdade - 25 de abril
O Espaço d'Arte/Biblioteca Escolar lançaram um desafio à comunidade escolar: a construção de um cravo coletivo, com mensagens relacionadas com o 25 de abril. Alunos e docentes escreveram as seguintes palavras: liberdade, revolução, paz, mudança, voz, justiça, igualdade...
Atividade dinamizada pela professora Maria do Carmo Simões.

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Concurso Nacional de Leitura - Fase Intermunicipal
22 de abril
Com a participação da aluna, Leonor da Costa Rio, 5º A.

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Concurso Nacional de Leitura
Fase Municipal
Entrega dos certificados e prémios aos alunos que participaram (2º e 3ºciclos).
Parabéns!

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CAPÍTULO 7

 A pizza e O Professor

Estávamos mesmo esfomeados! O Box guiou-nos para umas mesas de pedra escura onde estavam pousados uns seixos azuis lisinhos.

-Meu, mas que calhaus tão fixes! Exclamou o Filipe. Pegou num e acrescentou - Mas não me parece muito saboroso! Piscou o olho à Arya, e atirou o seixo para longe…

– Naaãooo! Gritou o Box.- Era o meu almoço!

 O Filipe abriu a boca até ao chão, a Teresa e a Joana apressaram-se a ir buscar a pedra e entregaram-na ao jovem ocultiano. O Box pegou nela, com imenso cuidado, e fechou os olhos, a pedra começou a tremer como se houvesse um mini terramoto lá dentro. Uma luz brilhante cegou-nos e, de repente, no seu lugar estava uma incrível maravilhosa, fantástica PIZZA! Cheia de peperoni, montes de fiambre e queijo a escorrer pelos lados!

– Vamos, comam, enquanto está quente! Disse a Arya - Temos que nos pôr a caminho antes da noite.

Comemos tudo até as últimas migalhinhas, era uma delícia! Bebemos a água límpida de uma fonte e, de barriga cheia, fomos ao encontro do Professor.

Caminhamos durante imenso tempo, as sombras das árvores já estavam esticadas na relva azul. Chegamos perto de um penhasco altíssimo onde estava uma espécie de embondeiro agarrado às rochas com o tronco todo torcido pelo vento. Olhei para a Arya.

- Onde está o professor? Vem ter connosco aqui?

A árvore estremeceu, brilhou e explodiu em milhares de poeirinhas douradas que se juntaram, formaram um redemoinho e, subitamente, ali estava o professor!

 Wow, era velho, tipo mesmo, mesmo, bué velho! Tinha o cabelo branco com umas trancinhas cheias de contas…Era da cor da Nutella que a Teresa adora. O contraste entre o cabelo e a pele era Top! Tinha um olho castanho, outro azul e um enorme sorriso.

-Bem-vindos ao nosso lar, estou muito feliz de vos conhecer. A voz era poderosa, rouca mas amigável.

-O que querem de mim? Acrescentou.

Enquanto eu o Filipe ficávamos paralisados a Joana e a Teresa aproximaram-se dele e deram-lhe dois beijinhos como costumavam fazer com o pessoal lá de casa.

-Professor, professor, queremos aprender aquela coisa das poeirinhas douradas e das pedras que se metamorfoseiam em  pizzas!

-Mesmo, é incrível! Disse o Filipe

-Se não se importar, Professor, com esse conhecimento podíamos voltar à Terra e mudar tudo. Continuei eu.

 

O Professor passou as mãos pelas trancinhas e pôs-se a brincar com uma das contas coloridas. Olhou atentamente para a Arya, olhou para o Box, levantou a cabeça com se estivesse a falar com as poeirinhas brilhantes e falou.

 

-Esse conhecimento está escondido no vosso ADN, só precisam de água pura e do selo sagrado do nosso povo.

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CAPÍTULO 6

UMA SÓ FAMÍLIA

Era mesmo possível! Mais, era mesmo verdade!

Os ocultianos, os Mestres da Matéria, aqueles seres maravilhosos que pareciam acabados de sair das páginas de um livro de aventuras eram, afinal, naturais do planeta Terra.

– Mas então… – o Filipe tentava dar palavras à confusão instalada nas nossas cabeças. – Então vocês vieram do mesmo planeta que nós?

– Os nossos antepassados vieram do vosso planeta, sim. – Começou a Arya a contar, enquanto fazia um gesto e nos convida para sentar numa espécie de roda.

– Há muitas, muitas voltas ao Sol, os antigos Mestres deixaram de atender ao carinho que deviam guardar à Natureza. A capacidade de fusão com a matéria é um poder que pode alcançar feitos maravilhosos. A montanha onde se ergue este templo, por exemplo, foi trazida à superfície a partir do fogo incandescente das entranhas do planeta. E o templo em si, foi construído, pedra por pedra, com partículas de todas as substâncias encontradas em todas as partes deste mundo. Foi um esforço de todos, conseguido apenas pela harmonia que reinava entre os elementos da nossa primeira comunidade. Mas em tudo, como na própria Natureza, vive uma fracção de luz e outra de sombra e, assim, a capacidade de fusão com a matéria é um poder que, usado, sem cuidado pela Natureza, pode provocar efeitos assustadores e terríveis. Foi o que aconteceu. À beira de um cataclismo que acreditaram ser global, os Antigos deixaram a Terra e vieram refugiar-se no mundo que ficava Oculto por trás da luz do Sol.

A Arya suspirou e sou capaz de jurar que, no preciso momento em que expirou o ar dos pulmões, o seu corpo brilhou e perdeu um pouco as formas, como se fosse esfumar-se e desaparecer, mas, logo a seguir, ali estava ela, a mesma Arya de um momento antes.

Parecia que o silêncio se tinha vindo sentar connosco. Olhávamos para as gravuras na parede e eu não conseguia deixar de pensar na relação entre a luz e a sombra, o nosso Planeta Terra e aquele outro, o Oculto, que girava no espaço à sombra da luz do Sol.

– Nunca pensaram em voltar? – A Joana era sempre assim. Nas nossas conversas e mesmo nas aulas, fazia sempre as melhores perguntas. Mal acabávamos de as ouvir, descobríamos que também nós estávamos mortos por saber as respostas.

– Sim, a certa altura três estudiosos foram enviados à Terra para registar os estragos do cataclismo. Soubemos, então, que a catástrofe não tinha destruído todo o planeta, apenas o Continente da Atlântida. Tinham até sobrevivido as ilhas da Macaronésia. Talvez vocês as conheçam.

Trocámos olhares entre nós e sorrimos.

– Conhecemo-las muito bem!

– Mas nessa altura já não era possível regressarmos. – O Box falava com tristeza e eu temi que se transformasse outra vez em poça de água.

– Quando os Antigos fizeram a primeira viagem, – explicou a Arya – passaram muito perto do Sol, e a capacidade de partilhar a substância com a Natureza aumentou. Já não éramos humanos como antes, não saberíamos integrar-nos, seríamos recebidos como estranhos.

– Mas vocês não são estranhos, – disse a Teresa que tentava oferecer consolo ao Box. – Somos todos da mesma família.

– Isso é verdade, – continuou a Arya – mas é uma verdade maior do que parece, e é aí que bate o coração de tudo…. Somos todos uma só família. Vocês, nós, a luz, a sombra, todas as partículas da matéria, toda a Natureza. E, como em qualquer família, a ternura deve ser o laço que nos liga.

– Nós também passámos perto do sol, – disse a Teresa – achas que aumentou em nós o poder de controlar a matéria.

– É possível.

– Bem! Imagina! – os olhos do Filipe não podiam abrir-se mais enquanto ele falava. – Se pudéssemos aprender, ou lembrar, a ser Mestres da Matéria! Já não precisávamos de carros, nem de comboios nem de aviões para viajar e acabava-se tanta a poluição!

– E éramos capazes de produzir bons alimentos que pudessem acabar com a fome no mundo, – disse a Joana. – Só não sei se haveria gomas… desculpa lá, Teresa.

– Por falar nisso, – o Box pôs-se de pé tão depressa que parecia que ia levantar voo. – Estou cheio de fome! Primeiro vamos comer e, depois, se vocês quiserem, podemos levar-vos ao Professor.

 

 

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SEMANA DA LEITURA "LER SEMPRE. LER EM QUALQUER LUGAR." NA EB DE VARZIELA, DE 19 A 24 DE ABRIL.

Hora do Conto, com fantoches, em Inglês e Português "The mysterious eggs" ou "Os ovos misteriosos" da Luísa Ducla Soares.
Atividade dinamizada pelas professoras Silvia Correia e Isabel Melo aos 3.º e 4.º anos, das professoras Sandra Castro e Joelle Pinto.

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SEMANA DA LEITURA "LER SEMPRE. LER EM QUALQUER LUGAR" NA EB DE VARZIELA

Exposição de Marcadores de livros realizada pelo 3.º ano, professora Sandra Castro.

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